Mobiliário Urbano: 16 projetos incríveis de parques e praças pelo mundo - parte 2

May 31, 2017

[Esse post faz parte de uma série, você pode ver a primeira parte aqui]
 

9- LUX Stahlhof Belval Ouest | Esch-sur-Alzette, Luxemburgo

Construída onde existia uma antiga fábrica de aço, a praça LUX Stahlhof Belval Ouest é exemplo de uma revitalização inteligente e que trouxe vida para um espaço industrial dominado pelo concreto. O novo parque, projetado pelo escritório AllesWirdGut Architektur, incorpora áreas de lazer e de vegetação concentrados em “ilhas”, além de utilizar materiais mais rústicos – como o aço e a madeira – e integrá-los ao concreto antigo.

 

10- Estacionamento, Mercado Municipal e Praça Rubí | Rubi, Espanha

O Mercado e a praça estão localizados bem no centro da cidade de Rubi, na Espanha. O projeto de autoria do escritório MIAS Architects envolveu a reforma do Mercado, um estacionamento integrado e a criação de uma praça aberta, onde o público pode frequentar e as feiras e exposições do mercado também podem acontecer.

 

11- Banyoles, Espanha

O projeto de revitalização da parte antiga da cidade espanhola de Bayoles também é de autoria do MIAS Architects. A área deteriorada fazia com que pedestres e veículos circulassem juntos em ruas estreitas e sem pavimentação, enquanto os canais de irrigação da cidade – que continham água limpa – acabaram se juntando ao sistema de esgoto.

A ideia foi dar identidade à região, renovando a praça central e as ruas adjacentes com mosaicos de mármore travertino, encontrado em abundância no solo da região, e devolvendo o espaço para os pedestres. Os canais de irrigação também foram tratados e descobertos em pontos estratégicos – ao todo, o processo de renovação de Bayoles levou 10 anos para ser concluído.

 

12- The Longest Bench | West Sussex, Reino Unido

Considerado o maior banco do Reino Unido, o mobiliário urbano construído pelo Studio Weave possui 324 metros de comprimento e é capaz de abrigar até 300 pessoas sentadas. Situado no litoral de Littlehampton, o projeto contou com a ajuda de alunos de uma escola local para pensar conceitos e materiais, como a parte coberta na imagem acima e as ripas de madeira em cores neon.

 

13- Place des droits de l’homme | Tremblay-en-France, França

A Praça dos Direitos Humanos foi construída em uma bairro surgido nos anos 80 na cidade de Tremblay-en-France. Além de pequenas hortas, o espaço de 4 mil metros quadrados conta também com iluminação em LED, sistema de captação e aproveitamento de água e abriga os eventos públicos comunitários da cidade.

 

14- Piazza di Vittorio | Nichelino, Itália

O projeto da Piazza di Vittorio faz parte da revitalização da região central da cidade italiana, que buscou unir seus valores tradicionais à modernidade, dando destaque tanto às estruturas metálicas quanto para a arquitetura ao redor – que conta com obras como o antigo edifício da Câmara Municipal e da Igreja da Santíssima Trindade.

 

15- Lungolago Di Lesa | Lesa, Itália

O Lungolago faz parte da iniciativa de revitalização do entorno do lago de Lesa, no norte da Itália. Como um calçadão contínuo, o projeto tem como objetivo restaurar e recuperar elementos significativos, como a flora e disposição de mobiliário urbano ao longo do rio.

Localizada na entrada da cidade, a passarela também recebeu o incremento de novos materiais. Como um espaço público, deveria seguir as regras do Ministério do Meio Ambiente do país, que estabelece que os projetos precisam ter no mínimo 30% de insumos de origem reciclável. Entre aço corten, granito e fitas de LED azul, o Lungolago assume uma forma linear e geométrica em contato direto com a estrada.

 

16-Måløv Axis | Ballerup, Dinamarca

Projetado pelos estúdios ADEPT e LiWplanning, o parque Måløv Axis foi o vencedor do Prêmio de Paisagismo da Dinamarca em 2010. A intenção do projeto é integrar arquitetura e a paisagem natural do local, marcada por vales e planífices moldadas pelas geleiras durante o Período Glacial.

O parque ainda conecta duas áreas distintas da cidade de Ballerup, que antes estavam isoladas e sem integração devido ao tráfego intenso da metrópole.

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